Fui "cigano" em busca de sonhos, fui comodista quando alguns aconteceram e fui covarde para alcançar outros.
Da outra pessoa peço apenas dedicação, lealdade, carinho e sexo, o resto eu providencio.
Se houver uma frase feita que me defina ela será algo do género : Aquilo que se perde por falhar é incomparavelmente menor do que o que se perde por não tentar.
E, resumidamente, é isso que eu estou aqui a fazer.
Um bocado desengonçado, com a mania de que sou engraçado, digo umas piadas giras.
Ás vezes convenço-me que compreendo perfeitamente as outras pessoas e que sou sensível... mas no fundo não passo de um simples homem.
Se em algum sitio me perguntarem por um livro marcante digo :
Os Maias, 100 anos de Solidão e o Padrinho.
É imoral que só nos deixem escolher um livro... protesto e escolho 3, talvez devesse protestar mais, porque muitos mais me acompanharam ao longo destes tempos.
Se me perguntarem pelo sonho maior, hoje, digo escrever, embora a maior parte das vezes a preguiça e a falta de talento levem a melhor.
Não resisto a gerar confusão numa pista de kart, e não diria não a voar.
Passar o dia no museu d'Orsay e a noite num festival de verão.
Sorrir e fazer sorrir.
Europa de leste, América latina e a ambição de vaguear 2 semanas pela Índia.
A África não digo não, se alguém me convencer bem.
Adoro sair, beber o meu tónico e apreciar uma boa conversa "interrompida" por uma nota de jazz.
Mochila nas costas, moleskine no bolso e um bilhete fazem-me feliz.
Compartilhar um bom tinto e desfrutar da cumplicidade que só ele gera também me trazem felicidade.
Assim sou eu hoje, ou penso que assim sou..
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